quarta-feira, 20 de julho de 2011

Sete Coisas que Você Precisa Saber para Entender a Profecia dos Tempos Finais - Parte 2

Nosso estudo anterior cobriu a Seqüência dos Principais Eventos. Começaremos este segmento com o segundo item em nossa lista de sete.

2) O Destino dos Três Componentes da Humanidade: As Nações, Israel, e A Igreja

Mesmo os assim chamados experts interpretam mal a profecia quando não param para considerar a quem o Senhor, ou um de Seus profetas, está se dirigindo. Só porque algo está nos evangelhos não significa necessariamente que é para a Igreja, ou estando em Isaías que é somente para Israel. Conhecer o destinatário real de uma profecia é crítico para entendê-la, e há três possibilidades.
Na sua carne desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos, que consistia em ordenanças, para criar em si mesmo dos dois um novo homem, fazendo a paz, E pela cruz reconciliar ambos com Deus em um corpo, matando com ela as inimizades. (Efés. 2.15-16) Portai-vos de modo que não deis escândalo nem aos judeus, nem aos gregos (gentios), nem à igreja de Deus. (1 Cor. 10.32)
Através dos tempos, a raça humana veio a ser dividida em três componentes a partir da perspectiva de Deus. Eis como aconteceu. Desde a criação havia uma raça de humanos, a família do homem, mais tarde chamada de gentios. Então, em Gêneses 12, Deus chamou Abraão para construir uma grande nação. Daquele tempo em diante, a população do mundo ou era de judeus ou de gentios. Mas na cruz, Deus criou a Igreja, tirada do meio tanto dos judeus quanto dos gentios, mas não compartilhando o destino de nenhum deles. Agora eram três, e todos na terra pertenciam a uma delas. Em suas epístolas, Paulo sempre sofreu para separar a Igreja tanto dos gentios quanto dos judeus, de fato ele chamou a Igreja de uma nova raça de humanos. Descreverei o destino de cada grupo para que você veja quão diferentes eles são.
De acordo com Isaías 56.6-8, os gentios que se convertiam ao judaísmo nos tempos do Antigo Testamento se tornavam parte de Israel e compartilhavam seu destino (veja abaixo). Os gentios que encontram o Senhor após o desaparecimento da Igreja se tornam santos da tribulação. Eles são ou martirizados por sua fé, neste caso eles servem a Deus em Seu Templo (Apo 7.13-17), ou sobrevivem para ajudar a repovoar a terra na era do Reino. Os sobreviventes gentios crentes são os cordeiros no Julgamento dos Cordeiros e dos Bodes que veremos mais tarde.
Os judeus (e os gentios convertidos) que morreram na fé de um redentor vindouro antes de Jesus ir à cruz foram levados para o céu com Ele após a sua ressurreição (Mat. 27.52-53). Eles receberão corpos ressuretos na Segunda Vinda (Dan. 12.1-3). Os judeus que O recebem como seu Messias após o desaparecimento da Igreja se escondem no deserto da Jordânia (Petra) durante a Grande Tribulação (Apo 12.14). Ambos os grupos viverão em Israel durante o Milênio (Eze 43.6-7).
É claro que os judeus e os gentios que entregam seus corações a Jesus durante a era da Igreja se tornam parte da Igreja e, após o arrebatamento / ressurreição, povoarão a Nova Jerusalém (Apo 21). Muitos de nós fomos ensinados a chamá-la de céu, mas é na verdade uma entidade separada. (Mais a respeito disso em nossa discussão do Milênio, item 6 de nossa lista de 7 Coisas que Você Precisa Saber.)
Aqueles que não fizerem nenhuma das coisas acima durante a sua vida serão atormentados no fogo do Inferno até que sejam trazidos de volta à vida para serem julgados no Julgamento do Grande Trono Branco de Apocalipse 20.11-15. Isso acontece no final do Milênio. Eles serão julgados por suas obras e sentenciados ao sofrimento eterno no Lago de Fogo (Apo 20.14). Se os humanos pudessem alcançar a Vida Eterna por seus próprios méritos, então Jesus não precisaria morrer por nós.
No Antigo Testamento, Deus prometeu a Israel que voltaria um dia para viver no meio deles em sua terra (Eze 43.6-7). No Novo Testamento, Jesus prometeu à Igreja que voltaria para nos levar para estar com Ele na Casa de Seu Pai (João 14.1-3). Ambas as promessas se cumprem. Israel não é a Igreja nem a Igreja é Israel, e ambos os grupos são distintos das nações gentias. Muito da confusão ao redor da profecia dos Tempos do Fim resulta ou de não entender, ou da recusa de aceitar esta verdade.
Por exemplo, muitos cristãos hoje acreditam que a Igreja substituiu Israel no plano de Deus e herdou todas as bênçãos de Israel. Israel não serve mais a qualquer propósito no mundo, eles pensam, então quando Deus fala sobre Israel no Novo Testamento, Ele na verdade está falando da Igreja. Portanto, eles entendem mal a Doutrina da Eleição, o Sermão do Monte, a Grande Tribulação, e outros ensinos do Novo Testamento que se referem a Israel.
Também muitos gentios assentam-se em bancos aos domingos e acham que estão na igreja, mesmo não tendo nascido novamente. Eles acham que estão salvos porque tentam viver uma vida boa, ou dão dinheiro, ou pertencem a uma denominação em particular. Eles estão erroneamente convencidos de que as bênçãos da Igreja são deles.
3) O Propósito e a Extensão da Grande Tribulação
Ah! porque aquele dia é tão grande, que não houve outro semelhante; e é tempo de angústia para Jacó; ele, porém, será salvo dela. Porque eu sou contigo, diz o Senhor, para te salvar; porquanto darei fim a todas as nações entre as quais te espalhei; a ti, porém, não darei fim, mas castigar-te-ei com medida, e de todo não te terei por inocente. (Jeremias 30.7,11)
Jesus disse que a Grande Tribulação seria o período de julgamento mais intenso que o mundo jamais viu, maior do que as Guerras Mundiais, e ainda maior do que o Dilúvio de Noé. Ele disse que se lhe fosse deixado seguir seu curso, nem um único ser humano sobreviveria. Mas por amor de Seu povo, Ele o pararia em seu tempo determinado (Mat 24.22).
O propósito da Grande Tribulação tem dois lados. Isso está explicado na passagem de Jeremias acima, onde é chamada por seu nome do Antigo Testamento, o Tempo da Angústia de Jacó. Deus a utilizará para destruir completamente as nações descrentes que perseguiram Seu povo através das eras e para disciplinar Israel, purificando-os para viver com Ele na Terra Prometida. A Igreja, tendo sido purificada na cruz, não requer nem destruição nem disciplina e não tem porque estar na Grande Tribulação.
Não importa onde você coloque o Arrebatamento no Cenário do Tempo do Fim, se você crê na todo-suficiente obra do Senhor na cruz, então você sabe que a Igreja tem que ser protegida dos julgamentos do Tempo do Fim, não purificada por eles. Se você não crê que a obra do Senhor foi suficiente, mas que os julgamentos futuros são necessários para terminar o que Ele somente começou, então você tem problemas muito maiores do que descobrir quando o Arrebatamento vai ocorrer.
A extensão da Grande Tribulaçao é dada de forma variada com 3 anos e meio (Daniel 12.7), 42 meses (Apo 11.2), ou 1260 dias (Apo 12.6). Se você utilizar o calendário de 12 meses de 30 dias, com um total de 360 dias por ano, essas três medidas se tornam a mesma coisa. Esta é uma das pistas que nos conduzem a crer que o calendário original da terra consistia de 12 meses com 30 dias cada um, e, de fato, parece que antes de cerca de 700 AC toda a terra utilizava tal calendário (O calendário que usamos hoje tem somente cerca de 400 anos).
Ademais, Daniel 9.27 registra que uma Abominação Que Causa Desolação ocorrerá na metade dos últimos sete anos, ou 3 anos e meio do fim. Em Mat. 24.21 Jesus identifica esse evento como o começo da Grande Tribulação. Paulo confirma isso e adiciona detalhes descrevendo o anticristo no Templo se auto-proclamando Deus (2 Tes. 2.4). Isso é ainda maior evidência de um Templo em Israel no final dos tempos.
A Abominação Que Causa Desolação é uma profanação do Templo que aconteceu somente uma vez no passado. Em 168 AC, o rei assírio Atíoco Epifânio capturou o Templo e converteu-o em um centro de adoração pagã. Ele erigiu uma estátua de Zeus com sua própria face sobre ela no Lugar Santo, proclamando-se, portanto, Deus, exigindo que os judeus a adorassem sob pena de morte. Isso foi chamado de Abominação que Causa Desolação, o único evento na história assim nomeado. Ele tornou o Templo inadequado para o uso e detonou a Revolta de 3 anos e meio dos Macabeus. A recaptura e purificação do templo pelos judeus é celebrada na Festa de oito dias do Hanukkah.
Então, Daniel falou de uma Abominação Que Causa Desolação que marcaria a metade dos últimos sete anos. Um evento chamado de Abominação Que Causa Desolação em 1º Macabeus ocorreu em 168 AC, mais de 300 anos depois. Mas 200 anos depois disso, Jesus disse a Seus Discípulos que o povo de Israel deveria aguardar uma futura Abominação Que Causa Desolação que iniciaria a Grande Tribulação. Paulo também descreve um evento futuro similar ao de 168 AC que o “Dia do Senhor” não poderia precedê-lo.
A Abominação Que Causa Desolação ocorreu em 168 AC como um cumprimento parcial da profecia de Daniel. Sabemos disso porque outros eventos que o cercam não se desenrolaram de acordo com a profecia. Ele aconteceu para que o povo nos tempos finais fosse capaz de reconhecer o completo cumprimento quando o vissem. Eles saberão procurar por um homem dentro do Templo chamando a si mesmo de Deus e exigindo que sua imagem seja adorada. Jesus disse àqueles vivendo na Judéia (Israel) que quando o virem, fujam para se esconder imediatamente, pois a Grande Tribulação terá começado.
4) O Propósito do Arrebatamento
Porque eles mesmos anunciam de nós qual a entrada que tivemos para convosco, e como dos ídolos vos convertestes a Deus, para servir o Deus vivo e verdadeiro, E esperar dos céus a seu Filho, a quem ressuscitou dentre os mortos, a saber, Jesus, que nos livra da ira futura. (1 Tes. 1.9-10)
A palavra grega da qual a passagem acima foi traduzida é “apo”. Literalmente, ela significa manter o sujeito (nós) afastado do tempo, do local, ou de qualquer relação com o evento em referência, neste caso a ira futura. Este verso é um dos muitos que explicam o propósito do Arrebatamento da Igreja, que é para estar escondida em segurança, fora do caminho, antes que Deus visite a Sua ira sobre a terra. Certo, mas quando a ira de Deus virá?
E os reis da terra, e os grandes, e os ricos, e os tribunos, e os poderosos, e todo o servo, e todo o livre, se esconderam nas cavernas e nas rochas das montanhas; E diziam aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós, e escondei-nos do rosto daquele que está assentado sobre o trono, e da ira do Cordeiro; Porque é vindo o grande dia da sua ira; e quem poderá subsistir? (Apo 6.15-17)
Depois de Apocalipse 3, a igreja não é vista na terra até que voltemos com o Senhor no capítulo 19.14, como predito em 17.14. Em Apocalipse 4, João vê uma porta aberta no céu e lhe é ordenado: “Sobe aqui”. Instantaneamente ele se encontra, no espírito, diante do trono de Deus e no final dos tempos. Ele foi transportado para o tempo do Arrebatamento.
Ele vê 24 anciãos lá, assentados em seus próprios tronos ao redor do trono de Deus. Eles estão todos vestidos de branco com coroas de ouro em suas cabeças. Eles se curvam diante do Senhor e colocam suas coroas aos Seus pés dando honra e glória a Ele. No capítulo 5, eles chamam a si mesmo Reis e Sacerdotes quando cantam louvores a Deus. Por seus títulos, roupas, coroas, tronos e atividades, fica claro que eles representam a recém arrebatada igreja.
Existem quatro visões do Trono de Deus no Antigo Testamento. Aquelas em Isaías 6.1-4 e Ezequiel 1 e 10 não incluem esses 24 anciãos. A visão em Daniel 7.9-10, uma visão do tempo do fim, dá pistas de múltiplos tronos, mas não oferece detalhes. Mas, no livro de Apocalipse eles são mencionados 12 vezes. Algum grupo chegou ao céu que não estava lá no tempo do Antigo Testamento, e 12 é o número do governo. É a Igreja, vinda para governar e reinar com Cristo.
Então, a Igreja é arrebatada no capítulo 4, e é mostrada no céu no capítulo 5, enquanto na terra a ira de Deus é liberada no capítulo 6, como a passagem acima declara.
A primeira carta de Paulo aos Tessalonicenses foi escrita em 51 AD e contém a primeira menção clara jamais feita de um Arrebatamento. Nem Jesus nem os Discípulos jamais o ensinaram. Sua existência foi mantida em segredo até então, assim como seu tempo exato é segredo até hoje. Muitos dos enganos cometidos sobre o tempo do arrebatamento vêm de tentativas fúteis de descobrir passagens dos Evangelhos que o ensinem, como veremos em nossa discussão sobre a Segunda Vinda.
Achamos que o Arrebatamento é o componente único mais importante da profecia dos Tempos do Fim, e para nós ela é. Então, porque Jesus nunca a mencionou? 1 Cor 2.6-10 nos dá a resposta: Todavia falamos sabedoria entre os perfeitos; não, porém, a sabedoria deste mundo, nem dos príncipes deste mundo, que se aniquilam; Mas falamos a sabedoria de Deus, oculta em mistério, a qual Deus ordenou antes dos séculos para nossa glória; A qual nenhum dos príncipes deste mundo conheceu; porque, se a conhecessem, nunca crucificariam ao Senhor da glória. Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam. Mas Deus no-las revelou pelo seu Espírito; porque o Espírito penetra todas as coisas, ainda as profundezas de Deus.
A frase “príncipes deste mundo” refere-se a Satanás e companhia. Se eles tivessem sabido a impressionante abundância de bênçãos que o Senhor derramaria sobre aqueles que aceitassem Sua morte como pagamento por seus pecados, eles teriam feito tudo ao seu alcance para evitar a crucificação. Pense nisso. Somos chamados Príncipes e Sacerdotes, nos foi dada incalculável riqueza e influência, fomos feitos herdeiros com Cristo dos bens de Deus, algo que Satanás jamais poderia alcançar, e nós jamais poderíamos merecer, e tudo isso é nosso somente porque cremos. Essa descoberta chegou a Satanás quando já era tarde demais para evitar, e transformou o que poderia ter sido sua maior vitória em uma agonizante derrota. E, despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo. (Col 2.15)
Mas, como tudo no plano de Deus, você encontrará pistas do Arrebatamento mesmo no Antigo Testamento. Veja esta passagem de Isaías 26.19-21: Os teus mortos e também o meu cadáver viverão e ressuscitarão; despertai e exultai, os que habitais no pó, porque o teu orvalho será como o orvalho das ervas, e a terra lançará de si os mortos. Vai, pois, povo meu, entra nos teus quartos, e fecha as tuas portas sobre ti; esconde-te só por um momento, até que passe a ira. Porque eis que o Senhor sairá do seu lugar, para castigar os moradores da terra, por causa da sua iniqüidade, e a terra descobrirá o seu sangue, e não encobrirá mais os seus mortos.
Repare como os pronomes mudam da segunda pessoa quando Deus fala de Seu povo para a terceira pessoa quando Ele fala do povo da terra. Isso significa que os dois grupos são diferentes. A um é dito para se esconder porque o outro vai ser punido. (Nota: a palavra hebraica traduzida como “vai” na frase “Vai, pois, povo meu” é traduzida como “vem” em algumas traduções, relembrando a ordem a João em Apocalipse 4, “Sobe aqui”. Mas a palavra tem um outro significado primário, e este é meu favorito. Ela significa desaparecer. “Desaparece, pois, povo meu!” Sim, nós desapareceremos.)
Leia agora duas das mais populares revelações do Arrebatamento por Paulo: Dizemo-vos, pois, isto, pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem. Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. (1 Tes 4.15-17)
MAS, irmãos, acerca dos tempos e das estações, não necessitais de que se vos escreva; Porque vós mesmos sabeis muito bem que o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão. Mas vós, irmãos, já não estais em trevas, para que aquele dia vos surpreenda como um ladrão; Porque todos vós sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite nem das trevas. (1 Tes 5.1-5) Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo. (1 Tes 5.9)
Aqui está outra mudança ainda mais dramática dos pronomes. Usando a terceira pessoa do singular, Paulo descreve os descrentes pegos de surpresa, pensando que entraram em um tempo de paz enquanto a destruição repentinamente desaba sobre eles, cortando toda esperança de escape. Então Paulo muda para a terceira pessoa do plural, dizendo aos Crentes que não devemos ser pegos de surpresa quando o Fim se aproximar, e finalmente para a segunda pessoa quando ele nos inclui com ele, não destinados à ira.
Agora observe cuidadosamente quando colocamos as palavras de Paulo sobre as de Isaías: Os teus mortos e também o meu cadáver viverão e ressuscitarão; despertai e exultai, os que habitais no pó, porque o teu orvalho será como o orvalho das ervas, e a terra lançará de si os mortos. (e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro.)
Vai, pois, povo meu, entra nos teus quartos, e fecha as tuas portas sobre ti; esconde-te só por um momento, até que passe a ira. (Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares.)
Porque eis que o Senhor sairá do seu lugar, para castigar os moradores da terra, por causa da sua iniqüidade. (Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão.)
Apesar de a Bíblia conter 66 livros e envolver 40 escritores, há um Autor e Sua mensagem é consistente de Gênesis até Apocalipse. Esse é o porquê de Paulo poder abrir sua passagem sobre o arrebatamento dizendo, “Dizemo-vos, pois, isto, pela palavra do Senhor...”. O Senhor nunca mencionou o arrebatamento nos Evangelhos. Paulo tinha lido Isaías.
Claro que há muitas outras passagens onde o Senhor promete nos proteger dos julgamentos futuros. E apesar de os cínicos poderem verdadeiramente dizer que a palavra arrebatamento não aparece em nenhuma delas, não dê atenção a isso. Eles estão somente tentando nos confundir.
Eles sabem que arrebatamento (rapto) é uma palavra de origem latina, não hebraica ou grega, as línguas da Bíblia (A mais antiga tradução da Bíblia foi para o Latim, e o termo arrebatamento – rapto – vem dela). O seu equivalente no grego é “harpazo”, que é encontrada no texto grego de 1 Tes 4.15-17. Quando traduzidas para o português, ambas as palavras significam “ser levado para cima, ou levado para longe”. Há uma situação similar com a palavra Lúcifer, também uma palavra de origem latina. Ela também não aparece em nenhum dos textos originais, mas ninguém seria tolo o suficiente para negar a existência de Satanás em uma base tão débil.
Da próxima vez cobriremos as últimas três das Sete Coisas que Você Deve Saber Para Compreender a Profecia do Tempo do Fim.

Fonte: http://olharprofetico.com.br/ikvot-hamashiach/65-sete-coisas-que-voce-precisa-saber-para-entender-a-profecia-dos-tempos-finais-parte-1

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